Organograma que abre por nível, gira de orientação e foca em qualquer pessoa — sobre a mesma base que alimenta skills, avaliação e one-on-one. Experimente: troque a orientação e a profundidade abaixo.
6 unidades · profundidade 1 · orientação lateral — a árvore cresce para a direita
08/09/2026Ele é desenhado à mão, atualizado quando alguém lembra e vive separado da base de colaboradores, das avaliações e das conversas de valor. Quem precisa decidir estrutura acaba decidindo com a versão de seis meses atrás.
Desenhar a árvore inteira lado a lado pede 53 mil pixels de largura. Por isso o canvas navega por foco e profundidade: você escolhe uma unidade, diz quantos níveis quer ver e o resto fica fora do caminho.
Os filtros valem para todas as leituras: o que você filtra no canvas continua filtrado na tabela e na estrutura.
O organograma é a porta de entrada. O que sustenta a adoção é o resto do ciclo de gestão de pessoas rodando sobre o mesmo cadastro.
Três orientações, profundidade por nível, foco em qualquer unidade, zoom e exportação do recorte visível.
Lista hierárquica e tabela filtrável para quem precisa conferir, exportar ou corrigir cadastro.
Headcount por vertical e departamento, liderados diretos por gestor, profundidade e vagas abertas.
Distribuição de tempo de casa por área — onde a experiência está concentrada e onde ela está saindo.
O que cada time sabe fazer, ligado à pessoa e à posição na estrutura, não a uma planilha paralela.
Registro das conversas de valor e dos one-on-ones no mesmo lugar em que a estrutura vive.
Ciclos de avaliação com a visão consolidada para RH e diretoria, já organizada pela hierarquia real.
Pergunte em português sobre a estrutura e receba a resposta com o recorte correspondente aberto na tela.
Agentes acompanham carga, integridade e pendências de cadastro e avisam quando algo sai do lugar.
Não é uma caixinha com nome e cargo. É o ponto em que identificação, responsabilidades e vínculo com o resto do sistema se encontram — e é por ele que a edição acontece.
Sem projeto de integração para ver valor. A API do sistema de RH entra depois, e a operação de quem usa não muda quando entrar.
Colaboradores com gestor direto, centro de custo e cargo. Coluna que falta vira pendência, não bloqueio.
mesmo diaCiclos, órfãos, duplicidade e gestor inexistente. Você recebe a lista nominal do que precisa de decisão.
primeira semanaURL interna, perfis de acesso e mascaramento de custo. Gestor vê o seu time; diretoria vê o todo.
segunda semanaSkills, conversas de valor, one-on-one e avaliação passam a rodar sobre a estrutura já publicada.
a partir do primeiro mêsQuando a API entrar, a carga manual sai. Mesmas telas, mesmos indicadores, mesma trilha.
quando você quiserGestor enxerga a própria subárvore. Custo aparece agregado e mascarável. Remuneração individual não entra no sistema.
Alterações de estrutura ficam em registro encadeado por hash. Dá para dizer o que mudou, quando e por quem — e provar.
Instalação dedicada, banco sob seu controle e exportação completa a qualquer momento.
Não. A primeira carga é a planilha que o RH já exporta; a integração via API entra depois e não muda a rotina de quem usa.
É o caso comum. A validação devolve a lista nominal de órfãos, ciclos e gestores inexistentes — o Peoples costuma ser o primeiro lugar onde esses problemas ficam visíveis.
A navegação por foco e profundidade foi feita para bases grandes. Em operação com 266 pessoas e seis níveis, o recorte abre sem esperar a árvore inteira.
Sim. A exportação sai com o recorte que está na tela, então o slide passa a ter a mesma data de corte do sistema.
Ninguém, por padrão. Custo aparece agregado por time ou vertical e é mascarável por perfil de acesso.
Não. A maioria começa por canvas, estrutura e tabela. Skills, avaliação e one-on-one entram quando a base já está confiável.
Sessão de 40 minutos: carregamos uma amostra da sua base, rodamos a validação e navegamos a sua estrutura real — não uma demonstração genérica.